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	<title>Inovação | Certificação UX-PM em Portugal</title>
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	<description>User experience &#38; Project management</description>
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		<title>Realidade Aumentada e UX</title>
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				<pubDate>Fri, 12 Jan 2018 09:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mercedes Sanchez]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Augmented Reality]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>O termo Realidade Aumentada — Augmented Reality em inglês, ou simplesmente AR — foi criado por Thomas Caudell, um pesquisador da Boeing em 1990 e ganhou as telonas pelas mãos ágeis de Tom Cruise  no filme “Minority Report”</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p id="a264" class="graf graf--p graf-after--figure">O termo Realidade Aumentada — Augmented Reality em inglês, ou simplesmente AR — foi criado por Thomas Caudell, um pesquisador da Boeing em 1990 e ganhou as telonas pelas mãos ágeis de Tom Cruise manipulando um monte de elementos numa tela transparente no filme “Minority Report” em 2002. Mas foi em 2016 com o sucesso (e os perigos) do jogo Pokemon que a tecnologia ficou mais conhecida.</p>
<p id="ab57" class="graf graf--p graf-after--p">De lá pra cá muito tem se falado sobre Realidade Aumentada, com ênfase grande na tecnologia e pouco foco no usuário.</p>
<p id="d61c" class="graf graf--p graf-after--p">AR deve ser pensada como uma tecnologia fazendo coisas para as pessoas que estão envolvidas com o mundo ao seu redor, e que vão vendo esse mundo “melhorado” pela tecnologia, onde e quando for apropriado.</p>
<blockquote id="697f" class="graf graf--pullquote graf-after--p"><p>Realidade Aumentada é um meio e não um fim em si própria.</p></blockquote>
<p id="bdde" class="graf graf--p graf-after--pullquote">Por isso, pensamentos como “Precisamos incluir Realidade Aumentada no aplicativo” ou “O que a gente pode fazer de Realidade Aumentada para conquistar mais público?” dificilmente levarão a mais vendas ou a produtos de sucesso, daqueles que as pessoas amam e não conseguem viver sem.</p>
<p id="bd85" class="graf graf--p graf-after--p">Ir até os usuários, observar o que eles fazem, em quais situações, conversar com eles no contexto de uso, tudo isso traz informações muito ricas para todo tipo de projeto, em especial para os de Realidade Aumentada. Grupos ou entrevistas em laboratório não são uma boa opção para avaliar AR. É fundamental compreender e visualizar o ambiente onde os usuários vão vivenciar a experiência de uso da AR, para criar, ajustar e melhorar o design.</p>
<p id="f8a6" class="graf graf--p graf-after--p">Uma boa prática de design que deve ser adotada em todo tipo de projeto é manter o design simples, claro, direto, sem elementos demais que acabam poluindo, confundindo ou atrapalhando as pessoas de seguirem em frente.</p>
<blockquote id="e9ce" class="graf graf--pullquote graf-after--p"><p>Ao criar uma experiência com Realidade Aumentada deve-se pensar primeiro nas pessoas, em algo que vai ser útil e importante para elas.</p></blockquote>
<p id="4f65" class="graf graf--p graf-after--pullquote">Por isso é necessário aplicar as técnicas de design centrado no usuário e não de “design centrado na tecnologia”, para que a gente não aumente a realidade com um monte de coisas inúteis que ninguém precisa.</p>
<p class="graf graf--p graf-after--p">Veja abaixo alguns exemplos positivos e negativos de Realidade Aumentada e não deixe de ver o vídeo de Realidade Aumentada de um carro da Toyota -câmeras colocadas embaixo do carro mostram o terreno e onde as rodas estão passando, com a parte da frente do carro ficando “transparente” para o motorista &#8211; uma funcionalidade eficiente, útil e focada na segurança das pessoas. Assista o vídeo:</p>
<p><iframe title="Land Rover Reveals Transparent Bonnet Concept" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/1OlqditIsoM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<figure id="abde" class="graf graf--figure graf-after--p">
<div class="aspectRatioPlaceholder is-locked">
<div class="aspectRatioPlaceholder-fill"></div>
<div class="progressiveMedia js-progressiveMedia graf-image is-canvasLoaded is-imageLoaded" data-image-id="1*c6uDwqRNlvArlrPrgQ9CAw.jpeg" data-width="610" data-height="371" data-scroll="native"><canvas class="progressiveMedia-canvas js-progressiveMedia-canvas" width="75" height="45"></canvas><a href="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig2_revised.jpg"><img class="wp-image-1779 size-full aligncenter" src="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig2_revised.jpg" alt="" width="610" height="371" srcset="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig2_revised.jpg 610w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig2_revised-300x182.jpg 300w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig2_revised-24x15.jpg 24w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig2_revised-36x22.jpg 36w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig2_revised-48x29.jpg 48w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></a></div>
</div><figcaption class="imageCaption">A linha amarela não está no campo, ela aparece na transmissão de TV através de Realidade Aumentada. É um elemento simples, que ajuda os telespectadores do jogo a ver melhor o que está acontecendo.</figcaption></figure>
<figure id="271b" class="graf graf--figure graf-after--figure">
<div class="aspectRatioPlaceholder is-locked">
<p class="aspectRatioPlaceholder-fill" style="text-align: left;"> <a href="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig3-revised.jpg"><img class="size-full wp-image-1780 aligncenter" src="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig3-revised.jpg" alt="" width="610" height="371" srcset="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig3-revised.jpg 610w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig3-revised-300x182.jpg 300w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig3-revised-24x15.jpg 24w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig3-revised-36x22.jpg 36w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig3-revised-48x29.jpg 48w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></a>Já esta seta azul grande, com texto dentro, que aparecem em AR no meio dos jogadores, confunde, atrapalha e não agradou os telespectadores do jogo.</p>
<div></div>
<div> <a href="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig4.jpg"><img class="size-full wp-image-1781 aligncenter" src="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig4.jpg" alt="" width="610" height="342" srcset="https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig4.jpg 610w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig4-300x168.jpg 300w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig4-24x13.jpg 24w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig4-36x20.jpg 36w, https://uxpm.pt/wp-content/uploads/2018/01/17-5-Evans-Koepfler-Fig4-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></a>O aplicativo de Realidade Aumentada Android Street Lens AR coloca tanta informação na frente do usuário que acaba obstruindo a visão do mundo real e não é útil.</div>
</div>
</figure>
<figure id="35e0" class="graf graf--figure graf-after--figure">
<div class="aspectRatioPlaceholder is-locked">
<div></div>
<div></div>
</div>
</figure>
<p id="df3b" class="graf graf--p graf-after--figure graf--trailing">Estas informações foram baseadas no ótimo artigo de Kieran Evans e Jes A. Koepfler (em inglês) publicado na revista da UXPA (User Experience Professionals Association): “<a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="http://uxpamagazine.org/the-ux-of-ar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-href="http://uxpamagazine.org/the-ux-of-ar/">The UX of AR: Toward a Human-Centered Definition of Augmented Reality</a>”</p>
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		<title>Design Thinking para gerar inovação</title>
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				<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 11:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mercedes Sanchez]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Business Strategy]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>A gestão de design, tradicionalmente usa a abordagem de Design Thinking para desenvolver produtos e projetos que causem impacto na vida das pessoas, crie fidelidade à marca e gere lucro para as empresas.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p id="76c6" class="graf graf--p graf-after--figure">A gestão de design, tradicionalmente usa a abordagem de Design Thinking para desenvolver produtos e projetos que causem impacto na vida das pessoas, crie fidelidade à marca e gere lucro para as empresas. No entanto, além da empatia, do design centrado no cliente, das iterações criativas e da mentalidade disruptiva, o Design Thinking tem mais para oferecer para as empresas modernas: um meio de cultivar a criatividade e a inovação.</p>
<blockquote id="ed48" class="graf graf--pullquote graf--startsWithDoubleQuote graf-after--p"><p>“O Design Thinking é um sistema que soma a sensibilidade e os métodos do designer, com as necessidades das pessoas e com o que é tecnicamente viável, e um negócio viável pode se converter em valor para o consumidor e em uma oportunidade de mercado.” (Tim Brown, IDEO)</p></blockquote>
<h4 id="1885" class="graf graf--h4 graf-after--pullquote">Design Thinking é universal</h4>
<p id="bdf4" class="graf graf--p graf-after--h4">Alguns dos conceitos de design thinking não devem ser exclusivos dos designers. Trabalho em equipe, ferramentas de pesquisa mais criativas e a constante iteração do pensamento deve ser praticada em toda a organização da empresa. A colaboração entre design e negócios cria uma plataforma poderosa e que funciona para melhorar todos os serviços e produtos da empresa e impulsionar a consciência inovadora.</p>
<h4 id="f3d4" class="graf graf--h4 graf-after--p">Design Thinking é um meio de alinhamento</h4>
<p id="09f2" class="graf graf--p graf-after--h4">Ao otimizar a estrutura interna da empresa, a governança, a comunicação entre as áreas e as equipes, as ferramentas e tecnologias necessárias para o trabalho, os projetos avançam melhor. Quando a cultura da empresa se alinha com a marca, a empresa se abre para mais criatividade, agilidade e eficácia.</p>
<h4 id="08b1" class="graf graf--h4 graf-after--p">Design thinking cria um ambiente mais criativo</h4>
<p id="4aa7" class="graf graf--p graf-after--h4">Os processos de Design Thinking fornecem uma linguagem centrada no cliente para discutir oportunidades para a empresa. A análise e o pensamento crítico usados durante a exploração do problema permitem que as empresas compreendam melhor os desafios e cheguem a soluções mais efetivas.</p>
<h4 id="2ecd" class="graf graf--h4 graf-after--p">Design thinking é preditivo</h4>
<p id="d11c" class="graf graf--p graf-after--h4">O ponto de partida do Design Thinking é a compreensão dos cenários externos e internos da empresa. Leva em consideração não apenas mercado e concorrência mas dados sociais, culturais e contextuais. Esse processo ajuda a promover não só uma evolução tecnológica mas também ajuda a criar empresas que realmente mudam o mercado e a forma como as pessoas utilizam determinados produtos ou serviços. São exemplos desse tipo de empresa: Airbnb, Uber, Nubank, Netflix.</p>
<h4 id="3ae6" class="graf graf--h4 graf-after--p">Design Thinking é experimental</h4>
<p id="c929" class="graf graf--p graf-after--h4">A filosofia do Design Thinking é criar soluções a partir de uma perspectiva das necessidades do usuário e não através de abordagens mais tradicionais, como definição de mercado potencial e soluções baseada em ajustes.</p>
<p id="7f7e" class="graf graf--p graf-after--p">O valor potencial do design é indiscutível: é uma ferramenta útil para ajudar a entender e enfrentar desafios complexos onde as abordagens mais analíticas parecem ser insuficientes.</p>
<p id="0aa5" class="graf graf--p graf-after--p">Apesar de tudo, o Design Thinking é visto por algumas organizações como arriscado. Ironicamente, o século XXI com sua natureza volátil, incerta, complexa e ambígua é o momento certo para as empresas abraçarem a filosofia de Design Thinking.</p>
<p id="74f4" class="graf graf--p graf-after--p graf--trailing"><em class="markup--em markup--p-em">Texto adaptado do inglês: </em><a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="http://www.dmi.org/?WhatisDesignThink" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-href="http://www.dmi.org/?WhatisDesignThink"><em class="markup--em markup--p-em">“What is design thinking?” Design Management Institute</em></a></p>
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